A micose fungóide representa o tipo mais comum de linfoma cutâneo de células T, sendo considerada uma doença neoplásica pouco comum, porém cada vez mais frequente nos consultórios dos dermatologistas clínicos.

Pode acometer indivíduos de todas as idades, mas afeta mais comumente indivíduos acima dos 55 anos de idade.

As causas são pouco conhecidas, e aceita-se que fatores ambientais, genéticos e imunológicos estejam envolvidos no surgimento dessa neoplasia.

O quadro clínico da micose fungóide pode ser confundido com o de outras doenças dermatológicas, principalmente no seu início. Mesmo ao exame histológico (obtido pela biópsia da pele), o diagnóstico pode não ser conclusivo, e às vezes, somente após algum tempo de evolução da doença, o diagnóstico definitivo é obtido.

Como existem diversas formas e estágios da micose fungóide, não é possível padronizar um tipo de tratamento, ou determinar precisamente como será a evolução da doença.

São considerados variantes da Micose Fungóide:





Dependendo da forma clínica de acometimento da pele ou do resultado do exame histológico, a investigação do acometimento de outros órgãos e também dos gânglios (linfonodos) está indicada.

Os tratamento da micose fungóide será feito após o diagnóstico e a classificação da doença. Existem terapias dirigidas à pele, como os corticosteróides tópicos, medicamentos quimioterápicos de uso local, radioterapia e fototerapia, dos tipos PUVA ou UVB.

Em pacientes em estágio avançado da doença ou com acometimento de outros órgãos ou linfonodos, a quimioterapia sistêmica está indicada.

(Mais informações em “Linfomas Cutâneos de Células T”).


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